A entrada da GVT no mercado tira da Brasil Telecom a tranquilidade de quem estava até então reinando sozinha na telefonia fixa em nove Estados mais o Distrito Federal. A guerra das duas começará pelos preços cobrados dos clientes tanto na tarifa, quanto nos demais serviços de instalação. A GVT chega com um diferencial de ser a única operadora que cobrará as ligações por minuto e não por pulso telefônico, como ocorre na Telepar Brasil Telecom e nas demais operadoras em todo o País.
A inovação é para ‘‘deixar o processo mais transparente’’, afirma o vice-presidente de marketing, Ciro Kawamura. Mas, na prática, os preços vão se equivaler, admite. Tudo vai depender do pacote de serviços que o usuário da GVT escolher. Ele pode se beneficiar de um dos cinco planos.
Entre os planos, há a opção de pagar a assinatura mensal de R$ 90,00 e ter acesso livre à Internet. Há planos específicos também para quem usa o telefone à noite ou em horário comercial. Os clientes têm ainda alguns serviços como secretária eletrônica, tele-conferência e ligação em espera. O preço da ativação do sistema é único (R$ 50,00). Quem fizer interurbano, optando pelo 25, entre cidades onde a GVT atua pagará uma tarifa fixa de R$ 0,25.(C.M.)

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