O complexo Gastech inicia as operações com uma estimativa inicial de demanda de cerca de mil metros cúbicos de GNV por dia para abastecimento de veículos (que equivale ao consumo de 300 veículos) e entre 300 mil a 500 mil metros cúbicos para empresas instaladas em um raio de 200 quilômetros ao redor de Londrina. O grupo deve trabalhar o projeto em três fases: a primeira compreende a conversão e abastecimento de veículos; a segunda será a prospecção de empresas; e a terceira, o abastecimento de outros postos de combustível.
Para abastecer o complexo será necessário o transporte diário de uma carreta carregada de gás natural liquefeito (GNL), que pode ser aumentado conforme a demanda. ''O transporte não irá encarecer o produto porque, o detalhe, é que o volume transportado é alto, o que reduz significativamente os custos'', observou Waner Labigalini, diretor de projetos da Gastech. Aliás, o posto instalado em Londrina será o segundo do País a contar com a tecnologia de regaseificação do GNV.
O produto será transportado em caminhões em seu estado líquido e na Unidade Autônoma de Gaseificação (UAG), instalada no complexo, será feita a conversão para o estado gasoso e a transferência para os cilindros que abastecerão as indústrias.
O complexo deve gerar na cidade cerca de 70 empregos diretos e outros 140 indiretos. Também foi firmada uma parceria com o Sistema Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) para a realização de cursos de capacitação para conversão de motores para o gás natural.

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