A indústria de molas Aesa, que fica entre Cambé e Londrina, espera economizar R$ 15 mil ao mês caso o desconto no preço da energia elétrica para a indústria, que será anunciado hoje, seja de 32%. O diretor comercial e financeiro da empresa, André Bearzi, afirma que o custo com eletricidade representa hoje 5% do total mensal da Aesa.
Ele afirma que a indústria já chegou a exportar 25% da produção, mas que no momento a quantia está em 15% devido às dificuldades em enfrentar a concorrência estrangeira, principalmente da Índia e da China. "Podem até questionar essa redução no custo da energia pelo lado das concessionárias, mas para a indústria brasileira é algo muito importante."
Bearzi conta que a Aesa consome muito gás, pelo qual produz parte da energia que consome na indústria. Ele acredita que a empresa passe a usar mais energia elétrica com a redução no preço. "Nossa base energética não é muito em cima da eletricidade porque o custo atual é alto, mas podemos migrar."

mockup