A Sercomtel Contact Center foi fundada em 1999 como ASK! - Cia Nacional de Call Center, mas mudou para o atual nome em janeiro de 2016, como forma de se integrar mercadologicamente ao Grupo Sercomtel. Depois de chegar a ter 4 mil funcionários nos anos 2000, tem hoje 403 colaboradores efetivos, dos quais 266 atendentes.

São hoje seis grandes clientes, puxados pela Sercomtel Telecom. A Sercomtel Iluminação, o Detran do Paraná e a Sercomtel Participações são os outros com caráter público atendidos pela Contact Center, que presta serviços ainda aos privados Hospital do Coração de Londrina e Sandoz Brasil.

Nos últimos quatro anos a Sercomtel Contact Center tem obtido resultados financeiros positivos, tanto que neste ano de 2019 precisou aumentar sua estrutura já se preparando para novos desafios e projetos. Foi criado, por exemplo, o terceiro site operacional na empresa e ampliada a base de atendimento com o uso de novas tecnologias.

O diretor administrativo financeiro da Contact Center, Edilson Gonçalves Moreira, lembra que a empresa já foi considerada o call center melhor estruturado do País e atendia até mesmo a multinacional de telefonia Tim. “Depois, o negócio foi enxugado até chegar ao xeque-mate em 2014: ou fechava ou dava outra cara. O então diretor da Telecom, Fernando Kireeff, junto a um grupo de estudos, resolveu mudar a cara da empresa que passou a servir mais a Telecom e fechou em 2014 com um patrimônio líquido positivo”, conta.

Na ocasião, a Sercomtel Participações fez um aporte que não foi seguido pelo sócio privado, assumiu o controle e a empresa passou a ser uma empresa de economia mista, com rito de empresa pública. Por isso, funcionários anteriores a 2014 não foram necessariamente contratados por concurso.

É o caso de Edson Pereira de Castro, supervisor júnior de soluções e serviços, com 18 anos e três meses de casa. Ele é considerado o segundo funcionário da Contact Center na ativa e já passou por vários projetos dentro da empresa. “Gosto daqui pelo clima, que, pelo o que ouvimos de pessoas que vêm de outros call centers para cá, é um paraíso, tanto pelo salário e benefícios como pelo ambiente de trabalho”, cita.

Para Castro, a empresa é viável até pelos resultados financeiros e de qualidade, mas os funcionários vivem momentos de incerteza. “É uma incógnita, porque não depende da gente, mas continuamos trabalhando.” (F.G.)

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