Empresa ficou irritada com anúncio da suspensão
O diretor comercial do Terminal de Veículos e Contêineres, Ruy Sérgio Giublin, avaliou como surpresa desagradável a suspensão das atividades do consórcio Redram/Transbrasa no Porto de Paranaguá. A empresa estava pronta para fazer o primeiro carregamento de um navio que seguiria para Santos. Eles usariam mão-de-obra contratada em lugar da dos arrumadores. A empresa ficou irritada com a decisão anunciada pelo superintendente do Porto de Paranaguá, Osires Stenghel Guimarães. Hoje, os diretores da Redram têm reunião com o secretário dos Transportes, Heinz Herwig.
Medindo as palavras, Giublin tentou esconder o ar de insatisfação com relação à medida adotada pelo governo do Estado. Acho que foi dado um passo atrás. Foi um recuo, afirmou, após uma reunião com diretores do consórcio. Eles esperam que a decisão do governo seja alterada nas próximas semanas.
O consórcio é formado pela construtora da família Marder (Redram ao contrário) e pela Transbrasa, empresa que atua no Porto de Santos. Há ainda o o grupo espanhol Terminales Contenedores de Barcelona (TBC), que atua no Tevecon com um contrato de gestão e não como acionista. O empresário Samuel Soifer, dono do Shopping Mueller, participa como uma espécie de consultor, segundo o diretor comercial do Tevecon. (C.M)





