A empresa de produtos odontológicos Angelus é considerada pelo seu presidente, Roberto Alcântara, como uma companhia com foco em pesquisa e inovação. Para 2011, a previsão de faturamento é de R$ 14 milhões, 30% dos quais provenientes de exportação. O crescimento é de cerca de 20% ao ano. Para os próximos três anos, os planos são dobrar a linha de produtos.
Alcântara, que se formou em Odontologia na UEL, também se beneficiou, na época, da Incubadora Tecnológica de Londrina (Incil), que fez seu primeiro processo de seleção em 1994 e foi desativada em 2001.
Para o professor Ivan Dias, a Angelus é um case clássico de sucesso dentro de incubadoras. Tinha em mãos um produto inovador que agilizava processos - no caso, um pino para próteses pré-fabricado - produziu de forma artesanal e o comercializou, com sucesso, em pequena escala. Então, resolveu produzir em escala industrial. Foi quando Roberto Alcântara pleiteou vaga na incubadora.
A Angelus ficou incubada por um ano e meio para então ser lançada no mercado. Hoje, a companhia emprega 65 profissionais vindos, principalmente, da UEL e mantém parceria com a instituição de ensino em projetos de desenvolvimento de novos produtos. (M.F.C.)

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