Curitiba - O nível de emprego formal no Paraná cresceu 1,14%, com a criação de 16.312 postos de trabalho, conforme pesquisa do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. Cerca de 95% desses empregos foram gerados no Interior pelos segmentos da agricultura e da indústria de alimentos.
Apesar do crescimento do emprego formal, a desaceleração da economia ainda indica mais desemprego. A Caixa Econômica Federal (CEF) registrou no Estado, durante o mês de abril, 77.635 saques do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) por rescisão sem justa causa. De janeiro a abril deste ano, a CEF registrou 297.479 saques do FGTS, por rescisão sem justa causa.
Para o coordenador do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese), Cid Cordeiro, o nível de emprego em alta na agricultura era esperado porque corresponde ao período de colheita. ‘‘Mas o emprego é temporário’’, salienta.
Inflação - O custo de vida das famílias curitibanas, medido pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) para quem tem renda de um a 40 salários mínimos, subiu 0,47% em maio. O índice ficou abaixo do registrado em abril, que foi de 0,78%. O acumulado nos primeiros cinco meses do ano já soma 2,75% - informou ontem o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).

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