Em 2002, Rodrigo Miranda inaugurou a sua primeira empresa em Curitiba: a Vininha. Durante quatro anos, a empresa, que atualmente comercializa mini-sanduíches, doces e bolos, funcionou com apenas quatro funcionários e somente na modalidade de telentrega. Em 2006, o empreendedor lançou a primeira loja física, com capacidade de atendimento para 20 pessoas. Após dois anos, ele montou uma unidade no Shopping Estação com atendimento no balcão, sem delivery.
Com o empreendimento já consolidado, em 2010, o empresário montou o projeto de franquia e estruturou a empresa para atender lojas. No ano seguinte, começou a comercializar as unidades em Curitiba e Região Metropolitana e até dezembro, oito lojas entraram em funcionamento.
De olho no incremento de renda da classe média, neste ano, Miranda começou a comercializar a rede para o segmento de microfranquia voltado a cidades de 50 mil a até 120 mil habitantes, para atendimento no balcão. ''Até o final de 2012 pretendo chegar a 35 lojas distribuídas no Paraná, Santa Catarina e São Paulo, sendo 20 no modelo de franquia (com delivery e balcão) e 15 microfranquias'', adianta.
''A microfranquia é uma disponibilidade para alguém que pode empreender em vez de estar no mercado de trabalho como empregado. É algo que propicia a criação do próprio negócio, com um ciclo de vida durável'', elenca o diretor-fundador da Vininha.
Além disso, outro fator que fez Miranda apostar na criação de microfranquias é que os ''jovens universitários têm perfil muito empreendedor''. ''Grande parte entra na graduação já pensando em empreender e como esta modalidade exige menor investimento inicial, é mais atrativa'', observa. ''Achei válido apostar na expansão por microfranquias também por ser um negócio que abrange mais localidades e que tem sinergia com a operação do negócio'', reitera.
Para a Copa do Mundo de 2014, Miranda espera chegar a um total de 100 lojas, sendo que a metade deve ser no formato de microfranquia. (A.V.)

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