Agência Estado
O custo de vida do paulistano subiu menos em maio do que no mês anterior, mas voltou a mostrar componentes preocupantes para o desempenho dos setores econômicos mais concorrenciais e, consequentemente, para a reversão da recessão e do desemprego. A inflação medida pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese) foi de 0,22%, 0,19 ponto percentual a menos do que o índice de 0,41% registrado em abril.
Contudo, de novo, o paulistano teve de remanejar seu orçamento, cortando verbas que deveriam seguir para a alimentação, compras, recreação e despesas pessoais, por exemplo, para usá-las em saúde, transportes e habitação, três grupos de produtos e serviços essenciais, dos quatro que apresentaram as maiores elevações de preços. O grupo de vestuário foi o que apresentou maior alta, mas este é um fenômeno sazonal, explicado pela chegada de coleções de inverno nas lojas.

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