O mercado de cães está diretamente ligado ao comportamento humano. Com a mudança de mentalidade, de que o cachorro deveria ser exclusivamente para guarda, e a introdução da cultura do cão de companhia houve a abertura de um grande mercado consumidor. Em Londrina, por exemplo, é visível o crescimento dos pet shops, que contam com uma infinidade de acessórios. ''No mundo, os mercados que mais movimentam dinheiro são drogas e armas, em primeiro; sexo, em segundo; e o pet'', afirma o médico-veterinário Fernando Augusto Rossi Freitas.
Segundo o médico-veterinário Leandro Augusto de Oliveira - há 11 anos criador das raças west highland white terrier e boxer - as pessoas estão em busca de um animal de estimação. ''Os cães são muito bem tratados, como membro da família mesmo. Hoje temos um novo perfil de proprietários de cães'', salienta. Estão ''em alta'' animais de porte menor, para viver em apartamentos. São animais com mais facilidade de adaptação em pequenos espaços porque têm menor necessidade de movimentação. Além disso, alguns cães latem menos e não precisam de muita atenção do dono. (F.M.)

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