Com mais ou menos ênfase, os candidatos e as candidatas à Prefeitura de Londrina defendem a necessidade de industrializar a cidade. Durante a semana, a FOLHA entrevistou os prefeituráveis para saber o que pensam a respeito da vocação econômica de Londrina e quais suas propostas na área industrial. Apenas Paulo Silva, do Psol, não concedeu entrevista.
Para eles, o governo do Estado precisa implantar medidas que incentivem a instalação de indústrias fora da Região Metropolitana de Curitiba e de Ponta Grossa. Uma das propostas apresentadas é a redução da alíquota de ICMS dos investidores que estiverem dispostos a abrir negócios no interior. Essa seria uma forma de compensá-los pela distância do Porto de Paranaguá.
Os candidatos também se mostraram receosos de que o Contorno Norte não saia do papel. A obra está prevista no contrato da Concessionária Econorte com o Estado e deverá ligar a PR-445, em Cambé, à BR-369 em Ibiporã, passando pela região Norte de Londrina. Além de permitir acesso mais fácil a São Paulo e a Curitiba, o projeto viabilizaria a instalação de indústria em suas margens.
Em comum, os prefeituráveis afirmam que vão manter o que deu certo na administração do atual prefeito, Alexandre Kireeff (PSD). E dizem que suas prioridades serão as pequenas e médias empresas já instaladas em Londrina. Numa disputa entre indústria e ambientalistas, eles pregam o diálogo.
Veja no quadro as quatro principais perguntas feitas a eles. E, abaixo, as respostas dos candidatos e candidatas, seguindo a ordem alfabética de seus nomes.

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