Em Foz, craques optam pelo chope da Brahma
Em Foz, craques optam
pelo chope da Brahma
Os jogadores da Seleção Brasileira que estão em Foz para a Copa América escolheram o chope da Brahma na única noitada pública da temporada dos comandados de Wanderley Luxemburgo na cidade. Eles visitaram o Capitão Bar, point no centro que adotou a marca como fornecedor exclusivo. Com a visita, a casa ganhou em marketing, mas não em faturamento. Os atletas pouco contribuiram para aumentar as vendas, estimadas em 4 mil litros de chope por mês. Eles beberam muito pouco, lamenta o proprietário Nilton Rafain.
Ele teme que a fusão entre as duas maiores cervejarias do País prejudique a negociação entre pontos de venda e revendedores. Será mais difícil conquistar descontos e o preço deve subir naturalmente. José Elias Castro Gomes, diretor de Marketing do grupo que comanda três das maiores casas noturnas na cidade, concorda. Mesmo mantida as duas redes de distribuição, a disputa entre as marcas deve diminuir muito. Um dos locais que mais vendem cerveja em Foz é a danceteria Tass, que trabalha com doze marcas. A Antártica vende três vezes mais que a Brahma, mas perde para a Skol, a preferida, conta o diretor. Quem vai se importar menos com a fusão é o consumidor, que continuará bebendo a mesma marca de sempre. (Lúcio Flávio Moura, especial para a Folha).





