São Paulo O mercado financeiro manteve o bom humor durante todo o dia de ontem, e o dólar fechou com queda de 0,41%, vendido a R$ 3,595. Após a subida de 4,2% anteontem, o risco-país teve baixa de 2,3%, para 1.624 pontos.
A Bolsa de Valores de São Paulo subiu 0,93%, após duas quedas consecutivas. O volume, influenciado pela véspera do feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos, foi o mais baixo da semana e somou R$ 374,2 milhões.
Mais uma vez a atenção dos investidores esteve voltada para o leilão promovido pelo Banco Central para a rolagem da dívida cambial que vence na próxima segunda-feira. Depois do fracasso no incremento do percentual de rolagem no dia anterior, o BC conseguiu aumentar de 24,4% para 37,2% o percentual da dívida renegociada.
As taxas médias pedidas pelos bancos foram menores do que anteontem, mas a demanda por títulos, segundo investidores, ''poderia ter sido melhor''. Se isso acontecesse, talvez o Banco Central rolasse uma parte maior da dívida.
A expectativa é que a autoridade monetária promova pelo menos mais dois leilões, hoje e amanhã, aumentando o volume renegociado. Entretanto a rolagem integral da dívida seria uma surpresa, tanto pelas atuais condições do mercado como pela estratégia que vem sendo adotada pelo BC, de preferir resgatar apenas uma parte dos vencimentos a pagar as taxas pedidas para a rolagem total da dívida.

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