Em defesa da correção da tabela
Brasília - A proposta de correção no abatimento das despesas com educação é defendida pelo presidente da Câmara, João Paulo Cunha. Depois de aprovado pela Câmara, o projeto que prorroga a alíquota de 27,5% será votado pelo Senado. Lá, as coisas não são boas para o governo. O senador Paulo Paim (PT-RS), por exemplo, está entre os que defendem a correção da tabela.
Argumenta que parte do salário é corroída pela inflação, o que aumenta o impacto negativo do IR sobre o contribuinte. Ele lembra ainda que há casos em que o reajuste salarial do fim do ano pode colocar o contribuinte em uma faixa maior de contribuição.
Fazem parte do movimento a favor da correção da tabela, além de Paim, o senador tucano Antero Paes de Barros (PSDB-MT), Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), cotado para ser ministro, na vaga do PMDB, possivelmente de Cidades, e o senador Paulo Octávio (PFL-DF), todos eles à frente de algum tipo de projeto que corrige a tabela do Imposto de Renda Pessoa Física.





