'Eireli chegou na hora certa'
A Eireli chegou na hora certa para o empresário londrinense Paulo Henrique Steingenberger, 41 anos. Ex-funcionário da Industrial Norte Paranaense de Bebidas (Inbeb), ele se associou, no ano passado, ao dono da fábrica criando uma distribuidora de produtos da marca Spoller.
O negócio foi tão bem que, no começo deste ano, o empresário sentiu a necessidade de montar um depósito. ''Precisei abrir uma nova empresa'', afirma. Diante da possibilidade de alçar voo solo, e tendo condições de integralizar o capital social mínimo exigido (R$ 62.200), ele abriu a PH Steingenberger Eireli.
Se tivesse que abrir uma firma individual ilimitada, ele pensaria duas vezes. ''O risco é muito grande porque a gente pode comprometer o patrimônio pessoal'', analisa. Para ele, a Eireli foi uma excelente saída. ''Ela garante bastante autonomia. Você é responsável por 100% do que faz'', declara.
Já o representante comercial Paulo Cezar Gonçalez Molina, 26 anos, desistiu de transformar sua empresa, na qual conta com o pai como sócio, em Eireli. ''Eu tentei, mas quando vi que teria que integralizar um capital social tão alto, desisti'', afirma. Vendendo equipamentos para indústrias há dois anos, ele deixou o projeto para o futuro. ''Quem sabe quando eu tiver esse capital para integralizar'', ressalta. (N.B.)





