O presidente em São Paulo da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), Marcos Balsamão, entende que é provável que o valor do despacho de bagagens seja repassado ao consumidor, já que as agentes apenas prestam o serviço de pacotes, com custo reunido. No entanto, diz que é cedo para opinar e que é necessário estudar as mudanças de mercado. "A cobrança é uma tendência mundial e até demorou um pouco para que, no Brasil, as empresas cobrassem por serviços auxiliares como a bagagem", diz, ao prever a redução de tarifa em médio e longo prazos. (F.G.)

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