A vice-coordenadora da ComJovem Nacional, Roberta Fiorot, defendeu a flexibilização da lei do descanso. "Não estamos querendo diminuir os intervalos de descanso, mas que eles possam ser flexibilizados. Em vez de descansar 11 horas direto entre duas jornada, que o motorista possa descansar 9 horas mais 2 horas em horários diferentes", afirmou.
Segundo ela, as mudanças seriam necessárias porque a lei não levou em consideração as especificidades do setor e as particularidades regionais do País. "As discrepâncias nas condições das estradas são enormes. Tem regiões, onde é difícil encontrar locais para o motorista estacionar", explicou.
Outra reivindicação das transportadoras, de acordo com Roberta, é permitir que os caminhoneiros empregados possam fazer, em vez de duas, quatro horas extras por dia. Com isso, eles poderiam dirigir até 12 horas, o mesmo tanto que os autônomos. (N.B.)

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