Desde os 16 anos o advogado Jadyson Jonatas dos Santos é consumidor de consórcio. Assim que começou a trabalhar, já investiu em uma moto; foi contemplado rapidamente, mas como não tinha habilitação para dirigir, vendeu a carta de crédito. Aos 18 anos, foi contemplado novamente por sorteio e adquiriu seu primeiro carro. ''Já troquei de carro mais duas vezes, todas elas por meio de consórcio'', conta.
''É uma maneira de poupar um valor todo mês, sem resgatá-lo caso precise, como acontece quando guardamos dinheiro na conta bancária, por exemplo. Essa forma de pagamento é um meio de economizar e investir'', considera. Além desses itens, as taxas reduzidas também são um atrativo para o advogado que costuma optar por consórcios de três a cinco anos. ''Vou reservando o valor mensalmente e só me lembro dele quando sou contemplado. Não costumo fazer planos com ele antes disso'', reitera.
Há 20 anos a empresária Wilma Báccaro é consumidora de consórcios. Nesse tempo, ela comprou quatro carros, reformou a casa e está pagando outras cartas para adquirir duas motos para serem usadas em sua loja. Ela considera o consórcio como ''uma forma mais barata de pagar algo e juntar dinheiro para pagar à vista''. ''Outro ponto positivo é não ter aborrecimento com juros ou cobrança se passar do dia de vencimento. É um jeito propício para guardar dinheiro e não gastar, acompanhando o tamanho do bolso.'' (A.V.)

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