A confusão em torno da metodologia de cálculo do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) continua. Embora o aumento da alíquota, de 6% para 15% ao ano, tenha sido anunciado no dia 2, o mercado financeiro ainda não chegou a uma conclusão sobre qual a forma adequada de aplicar o tributo.
Além de elevar a taxa, o governo alterou a metodologia de cálculo. Antes, o IOF era apurado com base no valor total a ser financiado. Agora, o que deve ser levado em conta é o valor de cada prestação. O governo deve divulgar uma nota para esclarecer de vez o assunto nesta semana.
Com o desencontro de informações, bancos e financeiras estão calculando o imposto de diversas formas - até com base no valor global a ser financiado, como antes, o que eleva substancialmente o tributo. Caso tenha pago imposto além do que devia, o consumidor tem duas maneiras de reaver o dinheiro cobrado indevidamente. Procurar a Receita ou pedir ao banco que interceda a seu favor, requerendo a devolução do que foi pago indevidamente.

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