Duhalde torce para acordo mínimo com FMI
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segunda-feira, 30 de setembro de 2002
Agência Estado 
Buenos Aires ''É bom, mas não é para abrir uma garrafa de champanhe''. Esta foi a forma como o presidente Eduardo Duhalde analisou a possibilidade de que a Argentina consiga um acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo Duhalde, desde o início do ano o país conseguiu ''se virar'' sem ajuda do FMI. ''A Argentina está saindo do fundo do poço graças a seu próprio esforço'', garantiu.
Apesar das declarações de auto-suficiência, o governo Duhalde espera que nos próximos dias o FMI anuncie que está disposto a um acordo ''mínimo'' e ''transitório'', que poderia ter um prazo de seis a até doze meses. O Fundo somente assinaria um acordo definitivo com o próximo governo. Em um comunicado, o organismo sustentou que estas reuniões continuarão nos próximos dias, com a intenção de assegurar que o programa econômico terá uma ''âncora'' monetária confiável, além de garantir com firmeza a ajuste fiscal das províncias.


