✓ 1930 - No ano da dis­pu­ta da pri­mei­ra Co­pa do Mun­do, as chu­tei­ras fun­cio­nam ­mais co­mo uma pro­te­ção aos pés. Pos­suem ca­no al­to e pe­sam até 500 gra­mas;
✓ 1958 - As tra­vas re­mo­ví­veis já es­tão in­se­ri­das no mer­ca­do. O ­nylon é uma das no­vi­da­des en­tre os mo­de­los da dé­ca­da de 50;
✓ 1970 - O Bra­sil con­quis­ta o tri­cam­peo­na­to mun­dial e Pe­lé se tor­na ga­ro­to pro­pa­gan­da de uma mar­ca ale­mã de chu­tei­ras. O cal­ça­do ga­nha re­for­ço nas cos­tu­ras;
✓ 1982 - Na Co­pa da Es­pa­nha, as chu­tei­ras co­me­çam a ga­nhar de­sign e co­res pa­re­ci­das com as de ho­je;
✓ 1998 - O au­men­to da tec­no­lo­gia di­mi­nuiu ca­da vez ­mais o pe­so das chu­tei­ras, que che­gam a 200 gra­mas. As tra­vas ­mais mo­der­nas (lon­gi­tu­di­nais) con­se­guem dar ­maior ade­rên­cia com o gra­ma­do;
✓ 2002 - As co­res cin­ti­lan­tes e o vi­sual fu­tu­ris­ta per­mi­tem que o tor­ce­dor iden­ti­fi­que os gran­des cra­ques no gra­ma­do olhan­do ape­nas pa­ra o cal­ça­do;
✓ 2008 - Com ma­te­riais sin­té­ti­cos ex­tre­ma­men­te le­ves, pou­cas cos­tu­ras e mo­de­los que po­dem ser cus­to­mi­za­dos, as chu­tei­ras do sé­cu­lo XXI lem­bram as sa­pa­ti­lhas dos gran­des ve­lo­cis­tas.

mockup