Ibovespa sobe
Dólar desce

Moeda norte-americana termina cotada a R$ 3,7837
Em novo dia com bom volume de negócios, o dólar teve uma sessão de correção após encostar na terça-feira (13) no maior valor em mais de um mês e registrou a maior queda perante o real em uma lista de 24 divisas de emergentes e exportadores de commodities. O câmbio foi influenciado nesta quarta principalmente pelo mercado externo, com a moeda americana caindo perante países como México, Rússia e África do Sul. O petróleo voltou a subir e colocou fim a uma sequência de 12 quedas consecutivas dos preços do barril no mercado futuro, trazendo alívio aos mercados internacionais de moedas. O dólar à vista encerrou em queda de 1,13%, a R$ 3,7837.

Ibovespa encerra na máxima do dia com ganho de 1,25%
No mercado doméstico, as mesas de câmbio seguiram monitorando a transição de governo, mas, na falta de maiores novidades, não houve impacto nos preços. O mercado acionário brasileiro operou ao sabor de referências diversas e, apesar das quedas das bolsas de Nova York, encontrou fôlego para superar com folga as perdas da véspera. O Índice Bovespa terminou o dia aos 85.973,06 pontos, na máxima do dia, com ganho de 1,25%. Os negócios somaram R$ 16,6 bilhões. Ao longo do dia, o índice alternou altas e baixas moderadas. A puxada mais forte ocorreu já no período de ajustes de fechamento.

Petrobras sobe influenciada por noticiário político
O noticiário político ofereceu poucas novidades com potencial para influenciar os negócios. A principal delas foi a decisão do presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), de pautar com urgência a proposta de revisão do acordo da cessão onerosa na próxima terça-feira (20). A notícia deu fôlego extra às ações da Petrobras, que já perdiam forças diante do enfraquecimento dos preços do petróleo nas bolsas de Nova York e Londres. Após terem registrado quedas superiores a 7% na terça-feira, os contratos futuros perderam boa parte da sustentação à tarde. Petrobras PN e ON terminaram o dia com altas de 3,55% e 1,84%.

Taxas de juros futuros fecham em queda firme
Os juros futuros fecharam a sessão regular em queda firme, refletindo um conjunto de fatores favoráveis, aqui e no exterior. Nos principais vencimentos curtos e intermediários, as taxas fecharam nos menores patamares desde o período entre o fim de abril e começo de maio. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2020 caiu abaixo dos 7%, para 6,97%, menor desde de 30/04/2018 (6,98%), de 7,05%. A taxa do DI para janeiro de 2021 recuou de 8,14% para 8,04%, piso desde 02/05/2018 (8,02%). A taxa do DI para janeiro de 2023 fechou em 9,40%, de 9,51%, e a do DI para janeiro de 2025 terminou em 10,00%, de 10,13%.

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