Depois de uma escalada agressiva, o dólar despencou quase 4% hoje (23), beneficiado por um movimento global de abrandamento na aversão ao risco e também por indicações de que o Banco Central está disposto a atuar no mercado garantindo que a negociação do câmbio siga com liquidez.

No balcão, o dólar bateu R$ 1,8370 na mínima (-3,82%), e alcançou R$ 1,9200 na máxima (+0,52%) para, então, fechar cotado em R$ 1,8420, em queda de 3,56%. Na semana, a moeda dos Estados Unidos teve valorização de 6,47%. No mês, registra ganho de 16,22%, e no ano, de 11,18%.

No pronto, o dólar fechou na mínima, em R$ 1,8490, em baixa de 2,38%. Na máxima, atingiu R$ 1,8956 (+0,08%). No âmbito externo, a moeda norte-americana foi beneficiada por rumores de que o Banco Central Europeu (BCE) estaria considerando reintroduzir operações de liquidez de 12 meses para os bancos. Por aqui, o dólar continuou refletindo os efeitos da intervenção do Banco Central realizada no dia anterior. Agora, a expectativa é com a reunião do G-7 neste final de semana, no âmbito da reunião anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Mundial, em Washington.

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