Subiu
Itaú

Desceu
Vale

Baixa do petróleo também contribui para resultado
Após operar com viés de baixa à tarde, o dólar subiu na última hora de negociação nesta terça-feira, 1º, com o mercado em compasso de espera pela votação da denúncia de corrupção passiva contra o presidente Michel Temer no plenário da Câmara, hoje. O viés de alta foi impulsionado ainda pela retração do petróleo em torno de 2% e pelo avanço da moeda americana ante as principais moedas emergentes e ligadas a commodities. No mercado à vista, o dólar terminou em alta de 0,18%, aos R$ 3,1257. O giro financeiro somou US$ 719,4 milhões, com mínima de R$ 3,1081 (-0,38%) e máxima de R$ 3,1277 (+0,24%). No futuro para setembro caiu 0,06%, aos R$ 3,1490, com volume de US$ 12,27 bilhões.

Bovespa tem alta com apetite nas financeiras
O noticiário corporativo positivo deu o tom dos negócios na bolsa no primeiro pregão de agosto e levou o Índice Bovespa à quarta alta consecutiva. O apetite do investidor focou o setor financeiro, depois que o Itaú Unibanco divulgou resultado trimestral surpreendente. O Ibovespa fechou em alta de 0,90%, aos 66.516,23 pontos. Os negócios na bolsa brasileira somaram R$ 7,5 bilhões. Itaú Unibanco PN foi a ação mais negociada do dia e subiu 3,19%, em resposta ao lucro líquido de R$ 6,169 bilhões no segundo trimestre, com alta de 10,65% sobre o mesmo período do ano passado. O balanço contagiou todo o bloco de ações do setor financeiro, com destaque para Banco do Brasil ON (+2,09%).

Suzano dispara e puxa setor de papel e celulose
Entre as ações que fazem parte da carteira do Ibovespa, a maior alta foi de Suzano PNA, que disparou 7,42% com a notícia da migração da empresa para o Novo Mercado da B3. Fibria ON pegou carona no otimismo do investidor com o setor de papel e celulose e avançou 4,17%, segunda maior alta do índice. A alta do Ibovespa não foi maior por conta das quedas das ações da Vale e da Petrobras, que passaram por realização de lucros deflagrada pela queda do petróleo e do minério de ferro. Petrobras ON e PN terminaram o dia em baixa de 0,87% e 1,28%, respectivamente. Vale ON e PNA perderam 0,77% e 0,93%. O cenário político foi apenas monitorado e, segundo operadores, não teve influência significativa.

Taxas de juros fecham em queda após ata do Copom
Os juros futuros fecharam em queda nos contratos de curto e médio prazos e estáveis nos vencimentos longos, conduzidos pela leitura da ata do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada antes da abertura do mercado, que indica manutenção do ritmo de corte da Selic. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2018 (203.990 contratos) fechou em 8,230%, de 8,265% no anterior. O DI para janeiro de 2019 (237.435 contratos) caiu de 8,10% para 8,05%. O DI para janeiro de 2020 (97.850 contratos) terminou em 8,69%, de 8,71%. O DI para janeiro de 2021 (175.885 contratos) ficou estável em 9,28%. O DI janeiro de 2023 (39.020 contratos) também ficou estável, em 9,88%.

mockup