Dólar recua 1,9% e fecha cotado a R$ 2,24
O dólar comercial derreteu 1,97%, para R$ 2,244, após cinco dias úteis em alta. A expectativa sobre o anúncio da renegociação da dívida de curto prazo da Argentina e um conjunto de boas notícias no Brasil determinaram o escorregão dos preços da moeda norte-americana. O movimento de vendas de dólar foi comandado por tesourarias de bancos e o destaque foi uma grande instituição estrangeira. Os papéis da dívida externa argentina (FRB) e brasileira (C-Bond) subiram e o risco país da Argentina recuou. O dólar caiu e as bolsas de Buenos Aires e a Bovespa, em São Paulo, dispararam. Internamente, também ajudaram a derrubar o dólar o cumprimento da meta de superávit primário do setor público com o FMI no primeiro trimestre do ano, o bom diagnóstico do País feito pelo FMI, o anúncio do leilão de 800 mil NBC-E com vencimento em 14/3/20 02 hoje para rolagem do lote de 780 mil NBC-E que vence dia 1º de maio, e ainda o depoimento do senador Antonio Carlos Magalhães, no Conselho de Ética do Senado, sobre a violação do painel de votação na sessão que cassou o senador Luiz Estevão.





