O dólar fechou o dia, ontem, praticamente estável. O comercial encerrou o dia a R$ 1,92, com valorização de 0,52% em relação à cotação de sexta-feira. Durante o dia, a moeda chegou a bater em R$ 1,94, mas quase nenhum negócio saiu a esse preço. Segundo especialistas, a alta foi consequência do pequeno volume de operadores no mercado. Qualquer operação de compra, por menor que fosse, acabava puxando a cotação para cima, pois quase não havia vendedores. Muitos clientes dos bancos prolongaram o feriado de Carnaval.
Nos demais mercados, o volume também foi mínimo e o clima, de
tranquilidade. A emissão de títulos da Argentina no exterior ajudou a
criar algum otimismo. No mercado futuro, os juros continuaram cedendo. A taxa projetada para fevereiro recuou de 39,53% para 39,23%, confirmando que os analistas já descartaram qualquer aumento dos juros neste mês. A projeção para março também caiu, de 46,04% para 44,02%.
O governo manteve a taxa do over - mercado de juros de um dia - em 39%. A Bovespa passou o dia oscilando entre pequenas quedas e pequenas altas.
Fechou o dia com valorização de 0,24%. Ontem foi dia de vencimento do índice futuro da Bolsa e os ‘‘comprados foram os ganhadores. Ou seja, quem comprou o índice futuro lá atrás embolsou o lucro, já que houve alta no período.
O C-bond, principal título da dívida externa renegociada do País, subiu 3%. No final do dia, era cotado a 59,6% do seu valor de face. Segundo especialistas, não havia fundamento para explicar a alta. Mas ficou aparente que o apetite pelo título brasileiro melhorou em relação ao que era há algumas semanas.

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