Cemig ON
sobe

Santander Brasil
desce

Moeda norte-americana fecha em baixa de 0,19%
Depois de ter subido pela manhã, reagindo à baixa adesão de deputados da base aliada ao jantar oferecido no dia anterior pelo presidente Michel Temer para apresentar a nova versão da reforma da Previdência, o dólar inverteu a tendência e, no meio da tarde desta quinta-feira, 23, se firmou no campo negativo. A mudança de viés foi atribuída a informações extraoficiais de que a reforma da Previdência poderia ser votada em dezembro na Câmara, ao contrário das sinalizações recentes de que não haveria tempo nem votos suficientes para a aprovação da pauta. O dólar à vista fechou em queda de 0,19%, a R$ 3,2224.

Bovespa termina sessão próxima à estabilidade
O investidor do mercado acionário doméstico adotou a cautela como orientação, em um pregão de liquidez reduzida e diversas incertezas no cenário político. O Índice Bovespa operou com sinal negativo durante praticamente todo o pregão e fechou aos 74.486,57 pontos, próximo da estabilidade, em baixa de 0,04%. O feriado do Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos tirou de cena as bolsas americanas e o investidor estrangeiro. Com isso, os negócios na bolsa brasileira somaram R$ 4,6 bilhões, menos da metade da média diária de novembro, de R$ 10,1 bilhões.

Setor financeiro determinou baixa da bolsa
Assim como aconteceu na véspera, a baixa da bolsa foi determinada pelas ações do setor financeiro, que voltaram a recuar. À frente ficaram as units de Santander Brasil (-1,02%) e Bradesco PN (-0,74%). Já a alta das commodities no mercado externo garantiu um dia de ganhos às ações da Petrobras e da Vale, que, mais uma vez, limitaram as perdas na bolsa. Petrobras 0,85% (ON) e 0,50% (PN). Vale ON avançou 1,32% e foi um dos principais destaques do dia. As maiores altas do Ibovespa ficaram com os papéis do setor elétrico. Cemig ON subiu 4,41%. Outros papéis do setor elétrico também se destacaram, como Copel PNB (+3,49%) e Eletrobras PNB (+2,06%).

Taxas de juros futuros apresentam queda firme
Os juros futuros fecharam a sessão regular em queda firme em todos os vencimentos, ainda em razão do otimismo com o cenário de inflação e Selic, após o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) de novembro ter vindo perto do piso das expectativas, e também com o investidor retomando esperanças na aprovação da reforma da Previdência ainda este ano. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 caiu de 7,19% para 7,12% e a de janeiro de 2020, de 8,43% para 8,34%. A taxa do DI para janeiro de 2021 encerrou em 9,18%, de 9,25%. O DI para janeiro de 2023 terminou com taxa de 9,98%, ante 10,03%.

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