O dólar comercial encerrou agosto no nível mais alto dos últimos 46 dias, ao ser vendido a R$ 2,5650, em alta ontem de 1,30%. Este resultado ampliou o ganho acumulado frente ao real no mês para 3,85% e, em 2001, para 31,47%. Além do ajuste às quedas de anteontem das bolsas dos EUA, a pressão para formação da Ptax de ontem que fechou a R$ 2,5517 na venda e será usada segunda-feira na liquidação do contrato futuro de câmbio de setembro negociado na BM&F deu combustível à alta até o ínicio da tarde. Depois, as cotações subiram mais por causa da nova queda nas reservas argentinas.
Segundo dados do Banco Central argentino, as reservas líquidas internacionais recuaram US$ 323 milhões entre terça e quarta-feira desta semana, quando estavam em US$ 16,557 bilhões. Se comparadas com sexta-feira da semana passada, o volume de queda totaliza US$ 549 milhões em apenas três dias úteis.
No mercado à vista, o dólar comercial oscilou 1,66%, entre a mínima de R$ 2,525 e a máxima de R$ 2,567. No pregão eletrônico de câmbio spot da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, o comercial encerrou cotado a R$ 2,560, em alta de 1,19%.

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