O dólar comercial manteve tendência de baixa e fechou perto da mínima de venda, com recuo de 0,97%, cotado a R$ 2,138, menor preço desde 29 de março. A continuidade das fortes altas nas bolsas dos Estados Unidos e na Bovespa, e o arquivamento do pedido de urgência para instalação da CPI da Sudam estimularam tesourarias a vender parte das posições em dólar adquiridas para hedge (proteção).
Além disso, nova entrada de recursos pelo Santander – para pagamento de parte da operação de compra de ações do Banespa de acionistas minoritários, que será liquidada hoje – também ajudou no recuo dos preços.
Os contratos futuros de dólar projetaram alta de 0,02%, para R$ 2,15, em 1º de maio; queda de 0,96%, para R$ 2,1679, em 1º de junho; e recuo de 1,02%, para R$ 2,1820, em 1º de julho.
No mercado à vista, o dólar comercial oscilou 0,66%, entre a mínima de R$ 2,137 (-1,02%) e a máxima de R$ 2,151 (-0,37%). O giro financeiro no D2 ‘‘pronto’’ manteve-se fraco e em cerca de US$ 1,4 bilhão.
A boa performance das bolsas norte-americanas – a Nasdaq fechou em alta de 6,09% e o Dow Jones, de 2,62% –, por causa da percepção do mercado de que está terminando a fase de alertas de empresas, mudou o humor dos mercados cambial e de ações domésticos. A Bovespa fechou com alta de 2,24%.
O juro projetado pelo DI outubro, contrato de DI futuro mais negociado na BM&F, despencou. Fechou o dia com projeção de 18,22%, perto da mínima do dia (18,18%), ante 18,71% do fechamento de anteontem.

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