São Paulo O dólar comercial encerrou o dia em alta de 0,53%, embora tenha recuado em relação à manhã, quando chegou a ser cotado a R$ 2,834. A moeda fechou a R$ 2,810 para venda e R$ 2,808 para compra, acumulando na semana uma desvalorização de 2,43%.
Segundo operadores, o avanço ontem foi meramente técnico, já que o dólar acumulava quatro baixas consecutivas e muitas empresas, sobretudo importadoras, aproveitaram a cotação mais baixa para abastecer seus caixas. A tendência, entretanto, continua sendo positiva.
Mesmo com o dia mais calmo, o Banco Central deu continuidade ontem à sua política de intervenções diárias, vendendo US$ 50 milhões ao mercado à vista.
Com o mercado mais calmo, o dólar paralelo em São Paulo voltou a custar mais caro do que o comercial, como é de praxe, embora no Rio de Janeiro ainda saia mais barato comprar a moeda no ''black'. Em São Paulo, o dólar paralelo fechou em queda de 0,35%, vendido a R$ 2,84 e comprado a R$ 2,78. Já o turismo ficou estável, a R$ 2,85 para venda e R$ 2,75 para compra.
Ontem o Ibovespa (que reúne as 57 ações mais negociadas da Bolsa de São Paulo) fechou em alta de 1,48% aos 10.967 pontos, com giro de R$ 562,998 milhões. A Bovespa acumulou ganhos de 4,2% nos quatro pregões da semana -na terça não houve pregão devido ao feriado paulista.
A ação ordinária do Bradesco foi a mais negociada. Girou R$ 51,698 milhões, ou seja, 10,2% do total da Bolsa. Fechou em alta de 6,89% para R$ 9,30 o lote de mil.
Com o resultado, a Bolsa paulista acumula baixa de 1,5% no mês e de 19,2% no ano. A ação ordinária do Bradesco foi a mais negociada e girou R$ 51,698 milhões, ou seja, 10,2% do total da Bolsa. Fechou em alta de 6,89% para R$ 9,30 o lote de mil.

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