Políticos e empresários da região Norte do Estado iniciaram a luta pelo gás natural pedindo a mudança do traçado original do gasoduto Bolívia-Brasil, que liga Bauru, Campinas, Curitiba, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A solicitação era de que, ao invés de passar pela Mata Atlântica, o gasoduto entrasse no Paraná por Londrina. Em junho, a Folha antecipou a informação, obtida junto à Petrobrás, de que essa alteração era inviável. O financiamento do projeto estava condicionado ao traçado original.
As lideranças do Norte do Estado resolveram pleitear, então, a construção de um ‘‘ramal’’ do gasoduto, que ligaria Londrina a Bauru (SP). Essa reivindicação está a um passo de ser atendida. No próximo dia 18, o presidente da Petrobrás, Joel Rennó, vai assinar uma carta de intenção para os estudos de viabilidade econômica, financeira e ambiental do ramal.
Ontem a Folha divulgou, em primeira mão, a descoberta de uma reserva de gás natural na região de Pitanga, região central do Paraná. Testes preliminares indicam um volume de 1 milhão de metros cúbicos/dia. (C.L.)

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