A dívida pública federal interna atingiu em outubro R$ 507,01 bilhões, 0,87% superior ao montante registrado em setembro, que foi de R$ 502,65 bilhões. O valor equivale a 50% do valor do PIB brasileiro.
O consultor da diretoria de Política Monetária do Banco Central, Sérgio Goldenstein, informou que se toda a dívida fosse reajustada pela taxa Selic o crescimento médio mensal seria de 1,28%, contra crescimento médio real de 1,4% calculado atualmente pelo BC, que exclui os títulos cambiais.
Houve, em outubro, um resgate líquido de R$ 2,9 bilhões de LTFs (Letras Financeiras do Tesouro) e uma emissão líquida de R$ 1,1 bilhão de LTNs (Letras do Tesouro Nacional), segundo ele.
O prazo médio do estoque total da dívida subiu, em outubro, para 29,32 meses, contra 29,02 meses em setembro. Segundo a avaliação de Goldenstein, esse é o melhor prazo obtido no ano. Já o prazo médio das emissões em ofertas públicas atingiu em outubro 28,53 meses, o maior desde maio passado. Segundo a avaliação de Goldenstein, esse é o melhor prazo obtido no ano.
Já o prazo médio das emissões em ofertas públicas atingiu em outubro 28,53 meses, o maior desde maio passado. Isso ocorreu devido à redução da participação das LTNs de 6 meses nas colocações de títulos, com rentabilidade prefixada, e ao início das emissões de LFTs de quatro anos e de NBC-Es (Notas do Banco Central, série Especial) de cinco anos.

mockup