Rio - As ferrovias ainda acumulam uma série de problemas, mesmo após as privatizações, que resultaram em novo fôlego para o segmento. Segundo o economista Paulo Fernando Fleury, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o custo fixo do setor ainda é alto e torna-se ainda maior porque a distância média de transporte por ferrovias no País é de 500 quilômetros, quando o ideal é que seja no mínimo de 1.000 km.
Fleury utilizou como exemplo do atraso no segmento a realidade norte-americana. Segundo ele, enquanto no Brasil existem 28 mil km de linhas ferroviárias, nos Estados Unidos há 320 mil km. Além disso, enquanto o País tem 11 empresas no setor, nos EUA são 530.

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