O setor de asseio e conservação tem hoje um deficit de 5 mil trabalhadores no Paraná e 150 mil no Brasil. A tendência é que o problema do ''apagão de mão de obra'' na área seja ainda maior nos próximos anos. Uma parcela destes trabalhadores têm procurado vagas na construção civil e nas indústrias, setores que oferecem remunerações melhores.

Outro problema enfrentado na área de asseio e conservação é a grande rotatividade de trabalhadores que chega a 7,4% ao mês. ''Em um ano, troca uma empresa inteira'', disse o presidente do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Paraná (Seac), Adonai Aires de Arruda.

Para ele, mesmo aumentando os salários não traria mais pessoas para preencher as vagas. O Brasil conta com 1,5 milhão de trabalhadores no setor e o Paraná com apenas 45 mil.

Confira mais informações na matéria da repórter Andréa Bertoldi

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