DICAS PARA PAGAR MENOS




qRecorra ao escambo (trocas) sempre que possível. Assim, a CPMF será cobrada apenas sobre a diferença de preço, se houver. Essa opção vale principalmente para as transações envolvendo imóveis, carro e telefone
qNão queira fugir da CPMF só trabalhando com dinheiro. Além do risco de ser roubado ou assaltado, deixar o dinheiro parado, sem rendimento algum, pode significar mais perdas do que as causadas pela cobrança do imposto
qNão aplique em fundos de curto prazo por menos de 12 dias úteis, exceto se o banco arcar com a CPMF ou parte dela. Por esse prazo, deixe o dinheiro em conta corrente. Cancele a aplicação automática, se o seu banco não tomou essa providência
qEvite CDBs de prazo de 30 dias se a intenção for manter o dinheiro aplicado por prazo mais longo; esses papéis terão CPMF mensalmente, no vencimento
qSeja mais objetivo na hora de fazer aplicações ou comprar bens. No caso das aplicações, só opte pelas de prazo mais longo, como fundos de até 180 dias ou CDBs de até 13 meses, se tiver certeza de que não precisará do dinheiro no período. É que saques fora do vencimento implicam perda ou deságio no rendimento. Na compra de carro e imóvel, seja cauteloso na escolha, para evitar a necessidade de venda e nova compra, com novas incidências do imposto
qQuem prefere a caderneta de poupança pode considerar a opção de transferir a conta para um banco que o isente da CPMF em saque mensal. Caderneta tem o mesmo rendimento em todo banco
qControle seu saldo na conta corrente. Assim evitará a necessidade de tirar frequentes extratos bancários, que são cobrados e sobre cujo valor incide o tributo. Recorra mais aos serviços por telefone, fax ou computador, desde que não cobrem tarifa
qQuem tem conta corrente em mais de um banco e faz transferências entre elas deve solicitar o talão de cheque específico (cheque roxo) ou o DOC D para fazer essas movimentações sem CPMF. Os bancos deverão cobrar por esses serviços e, dependendo da tarifa e do valor da transferência, o uso do cheque normal poderá ser mais vantajoso, mesmo pagando o tributo
qPessoas físicas que trocam recursos frequentemente entre suas contas individuais devem ter contas conjuntas para fazer a movimentação por meio de cheque roxo ou DOC D sem CPMF
qEvite recorrer ao cheque especial. O tributo incide, na prática, sobre o valor do cheque emitido, sobre o valor da cobertura do saldo devedor, sobre a cobrança do juro e outros encargos
qNão compre dólar para fugir da CPMF. Os doleiros vão repassar às cotações os prejuízos que tiverem com o tributo. Além disso, a diferença entre a cotação de compra e a de venda supera a alíquota do tributo
qUtilize cheques recebidos de terceiros para pagar suas dívidas, sempre que o prazo para pagamento não permitir rendimento superior ao imposto. Para repassar cheques de terceiros, prefira recebê-los em valores redondos. Basta combinar com o devedor para que divida o total em diversos cheques e repassá-los para saldar cada débito, evitando emitir cheques próprios e pagar o tributo. Isso poderá ser feito desde que seus credores concordem em receber cheques de terceiro
qQuem recebe valores a ser repassados a terceiros devem exigir dois cheques do devedor: um para ele e outro para o terceiro. Assim evita depositar um cheque com o valor total e pagar CPMF no repasse do valor. É o caso de advogados que recebem em nome de clientes e de cirurgiões que pagam seus assistentes
qQuem costuma aplicar parte de seus recebimentos (por exemplo, o proprietário de imóvel que destina metade do aluguel para a caderneta) deve pedir dois cheques ao devedor: um para depósito direto na caderneta e outro para pagamento. Assim, evitaria a cobrança do tributo pelo menos sobre o valor da quantia a ser aplicada
qVerifique com a empresa onde trabalha a possibilidade de ela descontar algumas contas (cartão de crédito, seguro-saúde, supermercado, farmácia, etc.) diretamente na folha de pagamento. Isso diminui o salário líquido e, consequentemente, a incidência da CPMF
Se você paga pensão alimentícia e não desconta o valor diretamente no holerite, faça um acordo com a empresa para que ela passe a fazer o pagamento diretamente ao beneficiário. Essa providência diminuirá o salário líquido e, portanto, a CPMF

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