Considerado a terceira melhor data para o varejo, o Dia das Pais promete incrementar os negócios do comércio de Londrina. A Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil) prevê um aumento de 6% nas vendas, com relação ao ano passado. No Shopping Catuaí, os lojistas esperam um crescimento de 15%. No Royal Plaza Shopping, cuja liquidação oficial coincidiu com a data, a estimativa da superintendência é de vender 20% a mais que em 2003.
Segundo o vice-presidente da Acil, Rubens Augusto, durante esta semana as consultas ao SCPC (para vendas a prazo) já aumentaram 6,3%. No Protocheque (para vendas a vista), o acréscimo foi de 13,97% desde segunda-feira. Ambos os serviços indicam a intenção de compra dos consumidores. Hoje, as lojas do Centro ficarão abertas até às 18 horas.
No Catuaí, o superintendente Sylvio Carvalho Netto atribui a expectativa otimista à evolução do empreendimento. ''Neste ano, temos novas lojas e o Catuaí Casa'', comentou. O valor médio dos presentes comprados no shopping varia de R$ 60,00 a R$ 100,00.
O superintendente do Royal, Luiz Roberto Parizzoto, afirmou que o movimento está aquecido desde quinta-feira. Graças à liquidação de inverno, o faturamento das lojas deve aumentar de 50% a 60%. Os presentes comprados para o Dia dos Pais, de acordo com Parizzoto, devem custar em torno de R$ 50,00.
Os pais de Londrina e região devem ganhar desde as tradicionais camisas, calças e calçados até eletrodomésticos como DVDs, computadores, furadeiras e jogos eletrônicos. Em uma loja especializada em videogames, o vendedor Luiz Guilherme Gonçalves comentou que, durante a semana, cresceu a procura pelos aparelhos. ''A maioria são esposas e filhos que querem presentear os pais'', disse ele.
Gerente de uma loja de confecções masculinas, Giuliana Bassi revelou que, no sábado que antecede o Dia dos Pais, o movimento triplica. Os produtos mais procurados são as calças jeans e os kits de camisa e gravata. ''Mas tem muita gente que leva ternos para dar de presente'', disse.
Para os pais esportivos, tênis e camisas de times de futebol costumam agradar, garante Ricardo Alexandre Zanutto, subgerente de uma loja de artigos esportivos. Graças ao inverno prolonogado, o movimento foi bom desde o início da semana. ''Esperamos vender 30% a mais do que em uma semana normal''.
Francisco Ontivero, proprietário de uma loja de móveis e eletrodomésticos, espera um aumento de 10% nos negócios, com relação ao ano passado. ''O campeão de vendas deve ser o telefone celular'', afirmou.

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