Dia da Criança deve reverter balanço negativo
Agência Estado
De São Paulo
Os brinquedos perderam espaço na lista das compras familiares e as vendas do setor, entre janeiro e setembro, tiveram o pior desempenho dos últimos anos. Mas esse cenário começa a mudar esse mês com a chegada do Dia da Criança e depois com o Natal. Levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Brinquedos (Abrinq) feito com os fabricantes mostra que o consumo nos nove primeiros meses do ano foi 35% menor do que nos últimos três anos.
O desemprego, as taxas de juros, a mudança do câmbio e a insegurança do consumidor influenciaram nesse resultado, diz o presidente da Abrinq, Synésio Batista da Costa. Mas na avaliação dos fabricantes, o Dia da Criança e depois o Natal vão dar para o setor fôlego suficiente para uma recuperação. A previsão é faturar, apenas com o Dia da Criança, R$ 325 milhões, o que significa um crescimento, em média, de 6,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.





