Porto Alegre - A superintendência federal do Ministério da Agricultura no Rio Grande do Sul detectou adulteração no leite em análise de amostras coletadas entre produtores, transportadores e indústrias. Conforme o superintendente da Agricultura no Estado, Francisco Signor, o produto tinha adição de água, soro de leite e um componente usado para mascarar a água. O ministério não detalhou quantos exames apontaram problemas.
  Signor disse que o órgão recebeu maior número de denúncias depois que o preço do produto começou a subir, durante a entressafra. Por isso, os fiscais intensificaram a avaliação do produto. As informações foram apresentadas hoje durante reunião da câmara temática do leite da Organização das Cooperativas do Estado (Ocergs). Os problemas foram detectados a partir de denúncias e na fiscalização de rotina.
  O presidente do Sindicato das Indústrias de Leite (Sindilat), Gilberto Piccinini, disse que a entidade não recebeu denúncias de adulteração do produto. O presidente da Ocergs, Vergilio Perius, considerou que parte do problema está relacionado ao transporte do leite.

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