Estima-se que mais de 800 toneladas de diferentes tipos de agrotóxicos ainda permaneçam nas propriedades agrícolas do Paraná à espera de um destino final. Entre esses defensivos estão BHC, clorados, organocloarados, fosforados etc. Embora em desusos, eles mantêm a toxicidade.
Os Conselhos de Sanidade Agropecuária (CSAs) estão estudando uma saída para evitar a poluição. Uma vez concluído o diagnóstico e mapeadas as regiões onde estão esses produtos, os CSAs vão encaminhar soluções conjuntas. Indústrias, revendas de defensivos, sindicatos rurais, cooperativas e secretarias municipais de agricultura estarão envolvidas na busca de solução, informou ontem o chefe do Núcleo Regional da Secretaria da Agricultura do Estado, Juarez Moreira.
A Secretaria da Agricultura já levantou dados preliminares e vai encaminhar uma solução através dos CSAs, informa Moreira. Esses estoques estão nas condições de ''vencidos'' ''proibidos'' e em ''desuso'', e certamente devem ser incinerados, segundo Moreira.

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