Desinteresse faz ações da empresa caírem
Pelo menos a metade do total de empresas inscritas para o leilão da Copel - 11, no total - não está mais na disputa. Até então, o consórcio brasileiro VBC, a francesa Electricité de France, a norte-americana AES e a espanhola Endesa haviam desistido. Agora, a Duke Energie também saiu do páreo e a canadense Hydro Quebec pode anunciar a sua desistência a qualquer momento. O número pode aumentar nos próximos dias, com a alemã RWE. Até a belga Tractbel, considerada a favorita, pode ser a próxima a se retirar.. Com as desistências, as ações ordinárias da Copel despencaram à tarde e chegaram a registrar baixa de 6,01% no pregão da Bovespa.
O governo do Paraná diz que o clima de intranquilidade não vai fazê-lo alterar o cronograma de desestatização e que a data do leilão está mantida. Para o governo, os anúncios de desistência são especulação do mercado, para forçar as ações da companhia a cair e assim fazer com que a Copel seja vendida com o menor ágio possível.





