Dequêch: mais cobrança do poder público
Dar continuidade a este trabalho de quatro anos, do qual fiz parte, de melhoria da estrutura interna da Acil, mas principalmente representar os empresários de Londrina, que vêm sendo tratados com pouca atenção por parte do poder público. Como uma das necessidades mais urgentes, exigir do Estado medidas para a diminuição dos problemas relacionados a segurança pública. Se necessário usar dos mecanismos legais para tal. Além disso, agir firmemente em todas as questões que envolvam interesse dos associados, exercendo o peso que os mais de 1.300 associados dão à nossa entidade.
Comércio central
O comércio do centro de Londrina é exemplo de eficiência. Enfrentou o advento dos shoppings e soube encontrar e se firmar em uma nova realidade. Muitos lojistas do centro migraram para os shoppings e descobriram novos nichos de mercado. Outros lojistas de shopping tomaram a mão inversa e também se deram bem. De meus companheiros lojistas de diretoria e de outros com quem tive a oportunidade de debater nos últimos tempos sinto a necessidade de busca de solução de problemas comuns via o debate. Tornar o comércio central mais atraente para as cidades circunvizinhas passa por um estudo de mudança do horário e dos dias de funcionamento, da adequação da região central no que se refere a limpeza, segurança, iluminação, mobiliário e etc.
Campanha natalina
Há um trabalho em andamento com relação ao Natal-2002. As experiências passadas nos fazem crer que esta é uma campanha que deverá ser traçada ao longo de todo o segundo semestre, para que um número grande de lojistas esteja comprometido e que possa discutí-la para que tenha a eficiência que se deseja.
Flexibilização do horário
Este é um assunto que deve ser discutido e resolvido pelos comerciantes. Há divergências a esse respeito, mas os conceitos mudam, e um amplo debate entre os empresários lojistas deve indicar o melhor caminho. A decisão dos comerciantes será defendida pela Acil.
Camelôs
Exigir do poder público o cumprimento da lei. Se a atividade é ilegal e se oferece concorrência desleal aos associados, regularmente instalados, exigiremos do poder público o estabelecimento da ordem. E não aceitaremos pacificamente a regularização dessa atividade em vias públicas e praças. Se o poder público vê esse como um problema social, que lhes dê uma solução que não seja a permissão para cometer ilícitos.





