São Paulo Segundo a Abicab, a Páscoa 2005 gerou desde setembro do ano passado 24 mil empregos temporários. A estimativa, segundo o vice-presidente de comunicações da associação, Newton Galvão, é que pelo mais 24 mil postos de trabalho indiretos foram abertos. E tudo sem contar o mercado de chocolates caseiros, que não tem como ser contabilizado. O presidente a Abicab, Getúlio Ursullino Netto, apostando no aquecimento da economia, acredita que muitos destes empregos vão se tornar permanentes, porém afirmou que ainda não é possível precisar uma porcentagam.
A Abicab não tem como contabilizar, formalmente, a produção de chocolates caseiros. Porém, estima que esse segmento esteja colocando 4 mil toneladas de chocolate no mercado. Isso com base na venda de matéria-prima, que foi de 3 mil toneladas.
O aumento de consumo de chocolates, segundo a expectativa das indústrias, deve se repetir ao longo do ano. Em 2004, a indústria de chocolates faturou 4,7 bilhões com uma produção de 423,2 mil toneladas (24,8% maior que em 2003). O consumo per capita anual de chocolate no Brasil é de 2,12 quilos, incluindo os achocolatados. Esse número é bastante baixo em comparação com os Estados Unidos e boa parte da Europa. Daí também o otimismo das indústrias no crescimento do setor. Somente na Páscoa, as regiões Sudeste e Sul do Brasil consomem 87% do chocolate produzido. O Paraná é responsável por 6,1% dessa fatia.(A.B)

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