Ato político e ato festivo. As duas maiores centrais sindicais do país se dividiram novamente este ano, e cada uma vai comemorar a seu modo o Dia do Trabalhador, marcado pela maior taxa de desemprego da história: na Grande São Paulo foi de 18,1%, ou 1,5 milhão de desocupados, em março, segundo o Dieese. No País, 8,18%, segundo o IBGE. A Força Sindical optou por festa, futebol, show, sorteio de prêmios e multidão. A CUT por ato religioso, seguido de passeata, com público que deve ser restrito em razão da dificuldade de mobilização. Em contrapartida, a central comandada por Vicentinho, inicia caravana até Brasília, para manifestação no dia 20 contra o desemprego.

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