A taxa de inflação mais alta entre as 11 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas no INPC em março foi registrada em Porto Alegre, de 2,58%. A taxa mais baixa foi registrada em Fortaleza, de 0,72%.
Nas outras localidades, os índices foram intermediários. São Paulo teve uma inflação de 1,11%; Rio de Janeiro, de 1,67%; Belo Horizonte, 0,96%; Salvador, 1,54%; Curitiba, 1,19%; Goiânia, 1,18%; Belém, 1,16%; Brasília, 0,98%; e Recife, 0,80%.
A chefe do departamento de índices de preços do IBGE, Márcia Quintslr, considera razoável a previsão de que a inflação ao consumidor no País fique em torno de 10% neste ano. Este foi o patamar sugerido pelo chefe do Centro de Estudos de Preços da FGV, Paulo Sidney Cota.
A chefe do departamento acredita que no primeiro semestre o INPC registre inflação acima de 5%, podendo chegar a 6%. Até o primeiro trimestre, o índice registrou alta de 3,25%. Quintslr acredita que a inflação fique em torno de 1,2% entre os meses de abril e junho, no fechamento do primeiro semestre do ano. Para o segundo semestre, as previsões indicam índices mais baixos.

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