A utilização do cheque especial continua sendo um despesa bastante elevada para o correntista, principalmente depois que começou a vigorar a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), que chega a incidir até duas vezes sobre o mesmo valor.
O cliente que optar pelo cheque especial neste mês vai pagar 8,8% de juros, de acordo com a taxa média cobrada por 11 bancos pesquisados. O Unibanco é o que apresenta a maior taxa de juro para cheque especial, de 11,15%, enquanto o Banco do Brasil é o que oferece a menor, de 6,45%.
Além disso, a tarifa cobrada pelos bancos para renovação do cheque especial torna ainda mais pesada a despesa para o correntista, variando de R$ 3,00 a R$ 24,00. Com exceção do Banespa, que renova mensalmente o cheque especial, e a Caixa Econômica Federal (CEF), a cada semestre, todos os demais bancos cobram a taxa de renovação de três em três meses.
O consumidor também continua pagando taxas salgadas pelo uso do cartão de crédito. No American Express, quem não efetua o pagamento da fatura em dia paga taxas mensais de 12,60%, uma da maiores do mercado. No Ourocard, o juro é de 8,3%. Confira, a seguir, os juros cobrados por outras administradoras de cartão de crédito. No Banespa, a taxa é de 8,82%; no BFB Personalité e no Bradesco, de 10%; no Credicard, de 10,31%; no Diners; de 10,22%; no Noroeste, de 9%; no Real, de 10,90%; no Sollo, de 10,60%; no Sudameris, de 8,50%; no Mercantil de São Paulo, de 10,7%; e no Unibanco, de 11,15%. Em caso de atraso quase todas as instituições cobram, além dos juros, multa de 2%. Apenas Bradesco e BFB Personalité não cobram multa.
No rotativo as taxas cobradas também continuam elevadas. O Banespa cobra 8,82%; o BFB Personalité, 10%; o Bradesco, 8,50%; o Credicard, 10,31%; o Diners, 10,22%; o Noroeste, 9%; o Ourocard, 8,3%; o Real, 9,8%; o Sollo, 10,6%; o Sudameris, 8,50%; o Unibanco, 11,15%; e o Mercantil de São Paulo, 10,7%.

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