Cruzeiro do Sul Educacional adquire Universidade Positivo

Transação ainda está sujeita a análise do Cade; aquisição é a maior já realizada pelo grupo

Mie Francine Chiba - Grupo Folha
Mie Francine Chiba - Grupo Folha

A Cruzeiro do Sul Educacional, considerada o quinto maior grupo de ensino do País, anunciou nesta quinta-feira (5) a aquisição da Universidade Positivo, que tem oito campi, um em Londrina e sete em Curitiba. A transação ainda está sujeita a aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).


Segundo Fabio Figueiredo, diretor de Planejamento da Cruzeiro do Sul Educacional, a expectativa é que a análise do Cade termine em meados de fevereiro ou março de 2020. 




Esta é a maior aquisição já feita pelo grupo em termos de valor absoluto e de número de alunos, afirma o diretor. A UP tem 33 mil alunos nas modalidades presencial e a distância matriculados em 62 cursos de graduação e em dezenas de cursos de especialização e MBAs. O valor da transação não foi divulgado.


A Universidade Positivo é a 12ª instituição de ensino superior a integrar o grupo Cruzeiro do Sul. Com a aquisição, o grupo passa a atuar com o ensino presencial no Paraná. Antes, tinha atuação apenas nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraíba e Distrito Federal. 


“Como a operação de Londrina é relativamente pequena comparada com a de Curitiba, a intenção é ampliar a operação da (Universidade) Positivo na cidade”, afirmou Figueiredo. “Temos planos de mexer no portfólio de cursos, tornar a oferta mais abrangente com cursos novos de acordo com a análise de mercado que fizermos e tornar a (Universidade) Positivo ainda mais relevante nessa região.” Até que a transação seja efetivada, no entanto, o diretor reitera que a Cruzeiro do Sul não fará qualquer mudança na operação da Universidade.


De acordo com ele, a Cruzeiro do Sul tem histórico positivo de melhoria dos indicadores educacionais das universidades que adquire.




A relevância da atuação da UP na região, os indicadores educacionais positivos, a infraestrutura e a tecnologia oferecidas aos alunos foram fatores determinantes para a decisão de compra da instituição, declara Figueiredo.

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