Empresários e trabalhadores reagiram com indignação às informações de que o governo estuda a transferência de parte das verbas destinadas ao chamado Sistema S (Senai, Sesi, Senac, Sesc, Senar e Sebrae) para bancar as perdas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Horácio Lafer Piva, disse que o governo tem demonstrado falta de originalidade nas propostas que tem apresentado, além de fazer parecer ‘‘que nada têm a ver com as causas do problema.’’
O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), João Felício, também criticou o projeto. ‘‘Não vamos aceitar qualquer proposta em que a própria sociedade tenha de bancar essa dívida.’’ Ele vê essa discussão como mais um balão de ensaio jogado pelo governo para avaliar a reação das pessoas. A CUT prepara uma série de protestos em fevereiro.

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