''A crise mundial não afetou a minha loja. Acho que ela é mais psicológica do que real'', afirma Ruy Cardoso Júnior, gerente de depósito de construção. Ele aponta que entre os meses de dezembro e fevereiro houve, de fato, uma queda no volume de vendas, mas o motivo foi o excesso de chuvas nesse período que atrasaram as obras.
Ele acredita que haverá um estímulo nos negócios, mas porque é um assunto que está em evidência por conta das medidas do governo. No atual contexto econômico, ele aponta a construção civil como um dos investimentos mais seguros. ''Quem estava trabalhando em outro país, gasta primeiro em construção. Se houve redução de consumo por conta da crise foi ocasionada pela queda nas exportações de cimento e ferro, e agora eles estão tentando pulverizar isso no mercado interno'', defende. (R.O.)

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