O ‘‘ministério do apagão 2’’, integrado por representantes da indústria, do comércio e dos trabalhadores, quer que o governo crie alternativas concretas para manter o nível de emprego durante a crise de energia.
‘‘É preciso reduzir custos para conter o desemprego e os graves efeitos sociais que essa crise vai gerar. Isso pode ser feito com incentivos fiscais e diminuição de impostos para as empresas, por exemplo’’, disse o presidente do Sinduscom-SP (Sindicato das Indústrias da Construção Civil), Artur Quaresma Filho.
As entidades que integram o ‘‘ministério do apagão 2’’ – Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo), CUT, Força Sindical, CGT e associação e federação do comércio de São Paulo- querem a participação do governo em uma comissão tripartite e paritária para discutir essas e outras medidas.
Em documento divulgado ontem e que será enviado ao governo, o ‘‘ministério do apagão 2’’ pede também a racionalização e ampliação da oferta de energia. Não foram apresentadas propostas específicas – redução da jornada, por exemplo – para evitar o desemprego, que já começou a acontecer principalmente em São Paulo.

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