O consultor Elias Antunes acredita que outras formas de driblar a concorrência são conhecer o produto do ''adversário'', as empresas e participar de feiras na China. Assim, é possível ''criar redes de conexões com o inimigo'', destacou.
Ele defende que o governo federal deveria estimular a produção para exportação. Ele contou que hoje já há 3 mil gaúchos que trabalham com design de sapato na China. ''É preciso ver onde estão as falhas da indústria brasileira e neutralizar a impetuosidade chinesa.''
Atualmente, os chineses fazem dumping, ou seja, vendem abaixo do preço de mercado para os países para os quais exportam. Por este motivo, ele defende que o Brasil crie taxas antidumping. Hoje, uma das poucas que existe é a taxa de US$ 13,85 cobrada por par de calçado importado da China, que começou em 2010 e vai valer por cinco anos. (A.B.)

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